Posts de Outubro 10th, 2007|Página de posts diários

Convite: Documentário sobre Agostinho da Silva

Iniciativa do Setor de Literatura Portuguesa do Instituto de Letras, a exibição do filme Agostinho da Silva; um pensamento vivo , direção de João Rodrigo Matos e Silva, seguida de discussão.

QUINTA-FEIRA, 11 DE OUTUBRO, 11HORAS, LABIMAGEM (antiga sala 8).

ENTRADA FRANCA, LUGARES LIMITADOS à sala
PRIORIDADE: turmas de Literatura Portuguesa, Literaturas Africanas e Estudos Comparados.

Em se tratando de atividade vinculada a disciplinas de Literaturas Portuguesa, Africanas de Língua Portuguesa e Estudos Comparados, terão prioridade os alunos que as estão cursando, embora a entrada esteja franqueada aos interessados, limitada, apenas, à capacidade da sala. Contando com a compreensão, agradeço a atenção.

Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo ”

Press–release

Agostinho da Silva foi sem dúvida, um dos maiores expoentes e divulgadores da cultura lusófona no decorrer do século vinte. O conhecimento em larga escala desta cultura e a afirmação dos seus ideais eram algumas das suas maiores preocupações, mas não as únicas. Interessava–o a disseminação do saber de uma maneira ampla e irrestrita nos mais diversos domínios : na pedagogia, na geopolítica cultural, nas artes, ciências e letras. Deriva deste convicto objectivo toda a sua obra e acção, vivas e férteis até hoje em Portugal, Brasil, África e Oriente.

Marcado pelo gosto do paradoxo, pela independência e inconformismo das idéias e por incomuns dons de comunicação oral e escrita, a figura ímpar de Agostinho da Silva desenha–se num singular misto de sábio, visionário e homem comum, no qual o pensamento e a vida se indistinguem.  

Ficha Técnica

Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo ( 2006 / Documentário / 80 Min. )

Produção : Alfãndega Filmes ( Portugal ) / DocDoma Filmes Ltda. ( Brasil )

Direção : João Rodrigo Mattos

Roteiro : Pedro Agostinho & Pedro Agostinho

Trilha Sonora : André Luiz Oliveira

Cordialmente,

Maria de Fátima Ribeiro

p/o Setor de Literatura Portuguesa

SePesq 2007 – Programa

SEGUNDA-FEIRA, 15 DE OUTUBRO

9h Sessão de Abertura – Auditório I –

11h às 13h

1 Nas malhas da crítica Coordenadora: Mirella Vieira Lima – Auditório II

Laís Dias

Leituras da crítica acadêmica: a literatura dramática de Ariano Suassuna

Luíza Teles Santos

Panorama metacrítico dos congressos da ABRALIC

Ruth de Santana

Um pouco de Mais!: a metacrítica no caderno cultural da Folha de São Paulo

Túlio Almeida

Críticas e idéias no suplemento cultural do JB

Joseane dos Santos

Arthur de Salles: mecanismos de recepção crítica da obra do autor

2 Ensino, diversidade e adversidades Coordenadora: Edleise Mendes - Auditório I

Terezinha Oliveira Santos

Formação de professores da EJA numa pedagogia multiculturalmente sensível

Waleska Oliveira Moura

A importância da formação sociolingüística do professor de língua

Cláudia de Oliveira Soares

O processo dialógico no fórum de discussão on-line: o caso do Curso Letras Libras

Laura Camila Brás de Almeida

A avaliação da compreensão e da produção escrita no ensino/aprendizagem

de português como língua estrangeira

Adelino Pereira dos Santos

Dos gêneros textuais à análise de discurso: uma contribuição para as atividades de produção

de texto no ensino médio

14h às 16h

3 Carnaval de sons Coordenadora: Rachel Esteves – Auditório II

Eliane Brito Silva

Nos rendemos ao Cristo

Ianá Pereira

O baiano é um povo a mais de mil: a diferença cultural construída pelos carnavais

Íres Brito

Discursos de afrodescendência e o hip-hop de Salvador

Jamille de Assis

As letras caem no samba

Silvana da Fonseca

Trincheira de Idéias: história, política, cultura no hip-hop angolano de McKappa

4 Fala, brasileiro! Coordenadora: Sônia Bastos B. Costa – Auditório I

Elisângela dos Passos Mendes

“Beija eu… beija eu…me beija”: a flexão de caso dos pronomes pessoais no português popular

no interior do estado da Bahia

Gilce de Souza Almeida

A variação no uso de lhe: de clítico dativo a clítico acusativo

Viviane de Jesus Ferreira

Os pronomes pessoais-sujeito no português do Brasil: nós e a gente, segundo os dados

do Projeto ALiB

Bárbara Mercês dos Santos

Algumas considerações sobre o léxico dos terreiros em Os pastores da noite, de Jorge Amado

Isamar Neiva de Santana

Os pronomes pessoais-sujeito no português do Brasil, com base em dados do Projeto ALiB

16h15 às 18h15

5 Shakespeare vai ao cinema Coordenadora: Elizabeth Ramos – Auditório II

Ana Carolina Custódio

Ricardo III vai ao cinema contemporâneo

Danielle Macieira Freire

A megera domada vai ao cinema contemporâneo

Ernesto Oliveira Diniz

Romeu e Julieta vai ao cinema contemporâneo

Poema Valente

Macbeth vai ao cinema contemporâneo

Sura Rozemberg de Lima

Shakespeare encontra a crítica contemporânea

6 Com a palavra, o léxico Coordenadora: Juliana Soledade – Auditório I

Itatismara Valverde Medeiros

Campo lexical da sexualidade dos religiosos nas cantigas de escárnio e mal-dizer

galego-portuguesas

Kássya Correia

Estudo do léxico: uma visão do arco-íris nas capitais brasileiras com base

nos dados do Projeto ALiB

Maria Cecília Souza

A antroponímia tradicional lusitana na Bahia: aspectos mórfico-semânticos e etimológicos

Luciene Aguiar Oliveira

Diga não às drogas!

TERÇA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO

8h às 10h

7 A ex-colônia se escreve Coordenadora: Cláudia Cerqueira – Auditório II

Aline van der Schmidt

Arnaldo Santos: outras margens e identidades

Bruno de Souza

Sozaboy, a língua inglesa de Ken Saro-Wiwa e sua tradução

Deilma da Luz

Genealogias coloniais

Joseneida de Souza

Conhecendo Alda Lara: mecanismos de legitimação das literaturas

africanas no Brasil

Kelly Ane Santos

De Agostinho Neto e Costa Andrade aos Cadernos Negros afro-brasileiros

8 Teias do dizer, fios do nomear Coordenador:Américo Machado Filho - Auditório I

Rosinês de Jesus Duarte

Teia de palavras: tentativa de classificação dos campos lexicais no

vocabulário de Arthur de Salles

Fernanda Aguiar Barbosa

Vocabulário de cozinha na obra de temática regional de Arthur de Salles

Ana Carolina de Souza

Tradição e neologia na formação dos nomes duplos

Márcia Maria dos Santos

Em busca do significado perdido

10h15 às 12h15

9 Cinema, poesia, memória Coordenadora: Marlene Holzhausen - Auditório II

Ana Lígia Aguiar

Os cães ladram… e Glauber Rocha passa

Ludmila de Jesus

Resgate da memória do teatro baiano na época da ditadura: vida e obra de João Augusto

Rafael Nunes Maciel

Ruy Espinheira Filho: um modernista na contemporaneidade?

Ricardo de Abreu Silva

O contra discurso mítico-poético de Myriam Fraga.

Vilma Santos da Paz

Todos os cantos: representações da cidade entre memória e poesia

em Delírio do ver de Maria da Conceição Paranhos.

10 Terapia da fala Coordenadora: Elizabeth Reis Teixeira – Auditório I

Vera Pedreira Pepe

Habilidades de leitura em disléxicos falantes do português

Marcus Vinícius Oliveira

Avaliação da consciência fonológica em crianças que possuem desvios fonológicos

Flávia Vasconcelos Rebello

Características dos instrumentos e procedimentos de avaliação fonético-fonológica

das faculdades de Fonoaudiologia do município de Salvador

Danilo Santiago Souza

Distúrbios fonéticos e fonológicos em paciente com fissuras labiopalatais

13h15 às 15h15

11 Traduzindo sons e imagens Coordenadora: Eliana Franco - Auditório II

Daniella Oliva dos Santos

As marcas da oralidade nas práticas discursivas: interpretá-las ou não?

Íris Fortunato

A audiodescrição amadora, acadêmica e profissional em confronto: um estudo de caso

Manoela Cristina da Silva

Com os olhos do coração: estudo da audiodescrição de desenhos animados para o público infantil

Olívia Ribas de Farias

Tradução cultural e animação em Os Simpsons

Paula Queiroz Dutra

Temporadas de risos: as traduções do humor de Sex and the City no Brasil

12 Progressão textual e indeterminação Coordenadora: Ilza Ribeiro – Auditório I

Marcos Bispo dos Santos

Esboço de uma teoria argumentativa da progressão textual

Regina Lúcia Bittencourt

Apagamento do clítico se indeterminador e processo de integração de cláusulas

Vanessa Ponte de Freitas

A indeterminação do sujeito em comunidades rurais afro-brasileiras

Maria da Conceição Silva

Formas verbais com recursos sinalizadores de indeterminação do a gente em textos escritos dos

séculos XIX e XX

15h30 às 17h30

13 Travessias Coordenadora: Evelina Hoisel – Auditório II

Ana Maria Bicalho

Diálogos interculturais: Graciliano Ramos tradutor/traduzido

Anna Amélia de Faria

Mimese e criação em Orlan

Maria Aurinívea de Assis

Riobaldo e Aschenbach: audazes navegantes

Marisa Áurea Falcão

Entre o nome próprio e a identidade infinita: a tensão nas aventuras paradoxais de Alice e Riobaldo

Mônica de Menezes Santos

Outra margem modernista

Suzane Lima Costa

Tecnologias da resistência no Brasil: do bárbaro tecnizado à formação do corpo do ciborgue

14 Fazendo a escrita falar Coordenadora: Tânia Lobo – Auditório I

Ana Sartori

Escolarização, letramento e escrita epistolar na Bahia da primeira metade do século XX

Klebson Oliveira

Os ex-votos: mais uma fonte para a história do nosso “latim vulgar”

Nilzete Rocha

A mão que prepara o alimento não é a mão que redige o documento

Hérvickton Nascimento

Breue memorial do pecados e cousas que pertencem ha cõfissã: notícia de um

trabalho de edição de um documento quinhentista em andamento

17h30 às 19h

15 O culto e popular na língua portuguesa Coordenador: Dante Lucchesi – Auditório I

Luanda Figueiredo de Oliveira

Tu e você no português popular do estado da Bahia

Viviane Gomes de Deus

Tu ou você? O tratamento do interlocutor no português do Brasil a partir de dados do Projeto ALiB

Simone Webering de Sant’Anna

A expressão aspectual: um confronto entre a sua realização por falantes

rurais não escolarizados e falantes urbanos escolarizados

Sônia Cristina Ferreira

O apagamento dos nomes indígenas e africanos na antroponímia baiana

Andréa Mafra Oliveira dos Santos

A variação diastrática no português do Brasil: palatalização de consoantes oclusivas dento-alveolares

em inquéritos do Projeto ALiB

QUARTA-FEIRA 17 DE OUTUBRO

8h às 10h

16 Tradições afro-brasileiras Coordenadora: Florentina Souza – Auditório II

Ana Rita da Silva

Intelectuais negras: vozes desveladas sobre afro-descendência

Breno Souza Ramos

O terno de reis em comunidades quilombolas da Bahia

Daniele dos Santos Lima

Formas de tecer e de viver: um estudo das comunidades remanescentes de quilombos

Francineide Palmeira

Vozes femininas negras: Maria Firmina dos Reis, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo

Simone de Jesus Santos

Metapoemas: literatura negra nos textos de Luiz Silva Cuti, Edmilson Pereira e Oliveira Silva

17 Entre o funcionalismo e a sociolingüística Coordenadora: Therezinha Barreto - Auditório I

Alex Batista Lins

Os usos dos artigos definidos e indefinidos no Sermão da Sexagésima, século XVII

Joalêde Gonçalves Bandeira

O passado do passado: o pretérito mais-que-perfeito nos séculos XVII e XVIII

Rebeca Alcântara

Estudos sobre o verbo pegar: uma abordagem sociofuncional

Camila Gusmão

Ter com sentido existencial nos dados do Projeto ALiB

Dijeane de Almeida Lima de Oliveira

As variantes do fonema lateral palatal em inquéritos do Projeto Atlas Lingüístico do Brasil (ALiB)

10h15 às 12h15

18 Vozes da africanidade Coordenador: Sandro Ornellas – Auditório II

Bruno Nascimento de Araújo

Lendo com os ouvidos: oralitura e memória na literatura angolana

Érica dos Anjos Pereira

Exu: a sacralização do malandro

Jober Souza Brito

A Bahia cantada e as interações de Exu e Obaluaê na formação artístico-musical de Carlinhos Brown

Rosivânia de Souza França

(Afro)baianidades: a construção e a reiteração de estereótipos e clichês em textos de autores baianos

Suzana Gutierrez

“A infância é um antigamente que sempre volta”: representações da angolanidade em Bom dia, camaradas, de Ondjaki

19 O que quer, o que pode esta língua? Coordenador: Tereza Leal – Auditório I

Ana Cláudia Mota

Empréstimos léxico-semânticos e neologismos na língua francesa

Irani de Souza Silva

Algumas reflexões sobre a antroponímia de origem estrangeira no português da Bahia

Priscila Possidônio

A criação de nomes próprios no português brasileiro: aspectos mórficos da

neologia antroponímica

Josenildes Apolinário

Neologismos nas letras de músicas de Carlinhos Brown

13h15 às 15h15

20 Abrindo arquivos Coordenadora: Antonia Herrera - Auditório II

Mariana F. de Oliveira

Um pai-manuscrito: o caso de Artur Azevedo

Marta da Silva Brasil

Edição de poemas dispersos de Godofredo Filho

Sandra Cristina Correa

Os acervos documentais de Bishop: um confronto com sua releitura fílmica

Tacyana Moreira

As malhas textuais da ação criadora de Sancho Rodrigues

Vivian de Santana

Mosaico feminino na poesia de Elizabeth Bishop

21 Ultrapassando fronteiras Coordenadora: Denise Scheyerl - Auditório I

Alberto Miranda

Estratégias de aprendizagem do inglês utilizadas por alunos de comunidades populares

Gilberto Botelho

Democratização do ensino de inglês como movimento social

Íris Maria Fortunato

Adequação de materiais didáticos ao contexto do aluno

Adelaide Augusta de Oliveira

O ensino de inglês como L2 para o desenvolvimento da competência comunicativa intercultural

Nilton Hitotuzi

Análise de tarefas: uma estratégia para aumentar a produção oral do aluno de língua estrangeira

15h30 às 17h30

22 Do moderno ao contemporâneo Coordenadora: Ligia Telles - Auditório II

Ângela Menezes

Graciliano Ramos, Silviano Santiago e Nelson Pereira dos Santos: o olho torto e a invenção do entre-lugar

Antonio Eduardo Laranjeira

Literatura pop contemporânea: geração 90 e livros do mal

Ester Duarte

A subjetividade da lembrança em De Cócoras, de Silviano Santiago

Saulo Silva Moreira

O pensar político de Silviano Santiago

Tiago Prado

Breves comentários sobre a autonomia da obra de arte moderna

23 Guardar, resguardar, resgatar Coordenadora: Risonete Batista – Auditório I

Arivaldo Sacramento

Caminhos da crítica: imaginário sobre as sátiras medievais galego-portuguesas

Alessandra Sant’Anna

A manipulação da pontuação em Rimas várias e Lampeões

Marla Oliveira Andrade

Livro II do Tombo do Mosteiro de São Bento da Bahia: descrição intrínseca

Jaqueline Carvalho de Oliveira

O scriptor 3 do Livro II do Tombo e o (in)consciente lingüístico

QUINTA-FEIRA 18 DE OUTUBRO

8h-10h

24 Imagens da África portuguesa Coordenador: Igor Rossoni – Auditório II

Andréia Falcão dos Santos

Valores tradicionais africanos versus exigências da modernidade em Mia Couto

Darliane Souza Rocha

Relações étnicas em musseques de Luanda, em Antonio Cardoso,e imagens correlatas nas

‘Cidades de Deus’ brasileiras

Eliana dos Santos Ferreira

A identidade e a questão do mestiço na sociedade angolana a partir de Mayombe, de Pepetela

Fernanda Cardoso

Um pouco de poesia a ilimitar todo o presente: Antônio Jacinto na Biblioteca de

Literatura Angolana

Jesiel de Oliveira Filho

Mestiçagem e racismo: articulações estratégicas do Atlântico negro tropical

25 Linguagem e texto Coordenadora: Lícia Heine – Auditório I

Erivelton Nonato de Santana

As marcas do discurso pedagógico e seu caráter instrutivo-educativo no universo

quadrinizado de Maurício de Souza

Carla Maria do Nascimento

Considerações sobre a lingüística textual

Carla Andréia Nascimento

Aspectos da oralidade sob a perspectiva do continuum tipológico de gêneros textuais

Maria Amélia Machado

Reflexões sobre a escrita à luz das práticas sociais

Vera Lúcia Alves

Aspectos da abordagem dicotômica da linguagem

10h15 às 12h15h

26 Gente da Bahia Coordenadora: Elizabeth Baldwin – Auditório II

Ane Cleide de Carvalho

Os pastores da noite: uma releitura intersemiótica

Bárbara dos Santos

Considerações sobre o vocabulário dos terreiros em Os pastores da noite, de Jorge Amado

Clarice Pinheiro

Entrecruzamentos do real e do ficcional em Cem mentiras de verdade,

de Helena Parente Cunha

Jaroslaw Jedzikowski

Pilar do comunismo ou um escritor exótico? Estudo descritivo das traduções polonesas de Jorge Amado

Manuela Santos Ribeiro

Arthur de Salles, o resgate do que se tem a dizer

27 Do pergaminho à imagem digital Coordenador: Rosa Virgínia Mattos e Silva – Auditório I

Hirão Cunha e Souza

Edições e suportes: Vida e Feitos de Júlio César do papel ao digital

Luís Gomes

Tradição filológica, novas tecnologias e os modelos de edição de texto

Ana Paula de Oliveira

Estudo paleográfico dos scriptores 1, 2 e 3 do Dietário do Mosteiro de São Bento da Bahia

Gérsica Sanches

Edição diplomática e estudo filológico e paleográfico do Dietário das vidas e mortes dos monges do Mosteiro

de São Bento da Bahia

13h15 às 15h15

28 Quanto tempo o tempo tem? Coordenadora: Eneida Leal Cunha – Auditório II

Aline de Assis Campos

Reconfigurações do mito da acadianidade

Andréa Hack

A filosofia de cuidado de si versus o saber de si nos séculos I e II

Jocevaldo Santiago

A cultura e a identidade no processo de revitalização do Parque São Bartolomeu

Laurete de Guimarães

Recursos fonoestéticos na construção de dois poemas de Arthur de Salles

Maria Auxiliadora Ferreira

El traductor lazarillo x El lazarillo tradutor

29 A fonologia em questão Coordenadora: Jacyra Motta – Auditório I

Lucinda Conceição da Hora

A ditongação na fala soteropolitana: uma análise parcial

Milena Pereira de Souza

Palatalização das consoantes oclusivas dento-alveolares em inquéritos do

Projeto ALiB

Cláudia Martins Moreira

Estrutura silábica e aquisição da leitura: algumas reflexões

Ymna Valenzuela

Processos de simplificação no desvio fonológico

Cláudia Santos de Jesus

O /s/ em coda silábica no nordeste, a partir dos inquéritos do Projeto Atlas Lingüístico do Brasil (ALiB)

15h30 às 17h30

30 Falam todos: políticas, etnias, mercados Coordenadora: Jael da Fonseca – Auditório II

Andréa Cavalcante

Brasilidades: políticas culturais na intervenção do compositor e ministro Gilberto Gil

Priscylla Campos

Representações culturais em A grande fala do índio guarani

Renata Alencar/Antonio Miranda

Memória de lutas do Parque São Bartolomeu.

Rosemere da Silva

A construção da vida pública de intelectuais negros: Abdias Nascimento

e Milton Santos

Virgínia Paschoal dos Santos

Você precisa ler isto: a coleção Plenos pecados e as estratégias do mercado literário

31 Caminhos crioulos Coordenadora: América César – Auditório I

Daniela Moraes de Jesus

Considerações gerais sobre a história da diversidade cultural na România Nova: a Guiana Francesa

Valérie Machat

Uma tentativa de constatação da identidade lingüística do crioulo guianense de

Caiena: crioulo típico ou variedade do francês standard?

Lanuza Lima Santos

O uso do modo imperativo no português rural do estado da Bahia

Telma Bispo Assis

A regência variável dos verbos de movimento no português popular do interior da Bahia.

19 h Premiação das Melhores Apresentações e EncerramentoAuditório

Para fazer o download do programa, clique aqui: programacao-sepesq2007.doc