José Leopoldo Torres de Albuquerque Filho
on
13 março, 2011
Sou filho de Andaraí e a mais de 11 anos escrevo poemas e poesias e textos solto tenho hoje 30 anos e nenhuma condição de editar um livro. Gostaria de ajuda pois não tive ainda oportunidade de mostrar o meu trabalha a população andaraiense. este é um dos meus muitos poemas, espero que goste meu contato é (075)81540542.
REMORSO INFERNAL
(30/06/05)
Lá ia eu, de bolsos vazios;
Chutando os pedregulhos do caminho,
Seguindo cabisbaixo sem olhar para o céu.
Meu blusão de couro,
Queria eu, acreditar em um ideal;
Seguia, apenas seguia.
Para ser sincero, seguia sem direção
No meu olhar dava para notar a minha dor,
Puxa vida!
A minha musa querida me abandonou.
Queria ignorar esse sofrimento
E acreditar em um ser que tenha piedade,
Que veja o meu horror.
Mais não aparece ninguém
Percebo que essa dor é só minha.
Junto a minha tristeza e também os meus remorsos,
Onde restam sóis lamentos e sonhos.
Sonhos de amores passados,
E eu um pobre coitado;
Esfarrapado.
Transporto na minha face ferramentas leais,
Dignas de um homem.
Levo no meu coração uma paixão,
Que nem a própria morte dará um fim.
Mas o que me mata, é só está insegurança maldita,
Que vida!
E esses lamentos que insistem em me torturar,
Nem pedras encontro mais no caminho para poder chutar,
Apesar desse inferno sem fim.
Inquieta-me, e apenas dor restará,
Nesse meu peito ferido pelo tempo.
E só lamento não poder ajudar-te,
Sem antes resolver esse meu sofrimento.
Sou filho de Andaraí e a mais de 11 anos escrevo poemas e poesias e textos solto tenho hoje 30 anos e nenhuma condição de editar um livro. Gostaria de ajuda pois não tive ainda oportunidade de mostrar o meu trabalha a população andaraiense. este é um dos meus muitos poemas, espero que goste meu contato é (075)81540542.
REMORSO INFERNAL
(30/06/05)
Lá ia eu, de bolsos vazios;
Chutando os pedregulhos do caminho,
Seguindo cabisbaixo sem olhar para o céu.
Meu blusão de couro,
Queria eu, acreditar em um ideal;
Seguia, apenas seguia.
Para ser sincero, seguia sem direção
No meu olhar dava para notar a minha dor,
Puxa vida!
A minha musa querida me abandonou.
Queria ignorar esse sofrimento
E acreditar em um ser que tenha piedade,
Que veja o meu horror.
Mais não aparece ninguém
Percebo que essa dor é só minha.
Junto a minha tristeza e também os meus remorsos,
Onde restam sóis lamentos e sonhos.
Sonhos de amores passados,
E eu um pobre coitado;
Esfarrapado.
Transporto na minha face ferramentas leais,
Dignas de um homem.
Levo no meu coração uma paixão,
Que nem a própria morte dará um fim.
Mas o que me mata, é só está insegurança maldita,
Que vida!
E esses lamentos que insistem em me torturar,
Nem pedras encontro mais no caminho para poder chutar,
Apesar desse inferno sem fim.
Inquieta-me, e apenas dor restará,
Nesse meu peito ferido pelo tempo.
E só lamento não poder ajudar-te,
Sem antes resolver esse meu sofrimento.
adoro o que faço mas preciso de um apoio.